sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

De como (não) fazer malas

Nunca ouvi falar de alguém que gostasse de tal tarefa. Já vi quem não se importe em fazer, mas gostar do ato em si...

Claro que tem toda a expectativa da viagem, ansiedade e tudo o mais. Enquanto coloco cada peça de roupa imagino as situações em que posso usá-la, as cenas que podem acontecer. Mas definitivamente, escolher qual vai e qual fica não é nada agradável.

Eu tenho um método (creio que o pior de todos, mas não consigo fazer diferente por mais q tente). Separo TODAS as peças que gostaria de levar. Calculo o tempo que ficarei e o tamanho da mala. Então parto pra eliminação. E durante a estadia fora vou me lembrando dos motivos que me fizeram deixar de fora aquela blusa rosa que ficaria perfeita agora, a calça jeans que estou precisando ou a rasteirinha de pedrinhas. Alguém pode me mandar por sedex?

E por Deus! O que eu tinha na cabeça quando resolvi trazer esta azul ou aquela outra vermelhinha? E esse sapato então, céus! Onde eu imaginava usar isto? Veio só pra ocupar espaço...

Ao menos mala de praia não tem muito o que errar. Biquínis, cangas e afins. E a maioria ocupa pouco espaço, sempre dá pra "errar" um pouquinho. Pior mesmo é ir para lugar frio, quando cada casaco ocupa um terço da mala. Ou cada bota ou cada cachecol. Não é o caso agora.

Só sei que preciso aprender.

Um comentário:

Flavia disse...

Não amay.
Mas também não odiay.
Acredito que isto seja reflexo da inveja, já que vou ficar nessa cidade xexelenta com esse povo pior ainda.
#prontofalei